Pixels | Crítica

Autor: Willian


Neste fim de semana, minha família e eu assistimos ao filme Pixels, um ótimo filme para assistir com os pequeninos. Apesar de ter ouvido muito...nossa papai...que jogo lixo, joguinhos sem graça! Na hora vi mais alguns fios de cabelo branco, rs!!!!! Vamos lá...

Dentro da trama, o mundo se torna uma enorme tela de fliperama, onde o alvo é a dizimação do planeta e, consequentemente, da raça humana. O futuro está nas mãos dos Arcaders, os jogadores de fliperama Sam Brener (Adam Sandler), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e Eddie Plant (Peter Dinklage), com o apoio da coronel Vanessa “Van” Pattern (Michelle Monaghan) e do presidente William Cooper (Kevin James). Com a expertise desses personagens, eles vão lutar contra os mais populares jogos do Atari, Galaga, Frogger, Space Invaders, Pac-Man, Centopeia e o clássico da Nintendo, Donkey Kong.


Sam é um excelente jogador do Arcade e tal habilidade o levou a ganhar o *segundo lugar num concurso mundial em 1982, perdendo para o Eddie Plant, ou Hot Blass. Mais de 30 anos depois, um planeta que recebeu uma cápsula que continha as filmagens do campeonato ataca a Terra, já que eles acharam que o vídeo era uma ameaça de guerra. Por isso, eles produzem todos os personagens dos videogames da época e, usando as regras dos jogos, querem dominar o planeta. Após receber várias ameaças e até um ataque inicial, o presidente dos Estados Unidos, William Cooper, pede ajuda de Sam, que é seu amigo de infância. É com sua grande habilidade de jogador, que Sam tenta combater o ataque alienígena, já que os aliens são pixels de personagens dos antigos jogos.

Adam Sandler é o mestre do bom humor, e humor sem nenhuma denotação pejorativa, ele fez o que sempre faz, uma comédia para a família. Comparado a outros filmes onde suas piadas não se adequam a situação, ou que o tempo da piada fica aquém, Pixels consegue tirar algumas risadas do público.


Em relação ao enredo, o diretor Chris Columbus consegue trazer a sensação de nostalgia, mas quem é mais novo talvez não consiga pegar todas as referências, apenas os clássicos que aparecem como Pac-man, Donkey Konge Tetris. Além disso, temos a visão do nerd muito estereotipada, sem nenhum personagem complexo. Claro, o próprio filme não é nada complexo; não que isso seja ruim, é apenas um tipo de filme em que a família se reúne para assistir e os filhos escutam as lembranças dos pais, que provavelmente chegaram a jogar em um fliperama! E eu confesso que Pixels conseguiu me fazer me sentir mal por roubar com códigos!

Os efeitos especiais são algo que vale o comentário. Foram muito bem trabalhados, principalmente em cenas que mostram a ‘pixelização’ humana, ou quando o ser humano é transformado em pixel. Entretanto, o que mais agrada é ver os personagens dos games ganharem vida, e poder interagir com o real. Personagens que foram tão importantes para nós que estamos na casa dos 30 anos ou mais.


Um filme que classifico com...



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