Thor: Ragnarok | Crítica

Autor: Willian



Antes de mais nada, já quero adiantar que este é, de longe e sem qualquer discussão, o melhor filme da trilogia do Thor.

Thor está preso do outro lado do universo. Ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok, a destruição de seu mundo, que está nas mãos da poderosa e implacável vilã Hela.

“Thor: Ragnarok” é dirigido pelo neozelandês Taika Waititi, conhecido por seus curtas e longas de comédia, O ator Chris Hemsworth abraçou a ideia e liberou seu comediante interno, adicionando o lado mais cômico nos filmes do Deus do Trovão.

Sakaar é o cenário de grande parte do filme e é lá que Thor conhece Brunnhilde interpretada por Tessa Thompson. A atriz da vida a uma versão bem fiel da Valquíria de Asgard dos quadrinhos, que agora vive como uma caçadora de guerreiros que, mais tarde, se torna uma forte aliada à equipe que o Thor está reunindo para destruir Hela.





Ainda em Sakaar conhecemos o poderoso, Grão-Mestre, interpretado por Jeff Goldblum – responsável pelas cenas mais engraçadas do filme. Grão-Mestre é o governante de Sakaar, planeta onde ele força cativos a lutarem em arenas como gladiadores para sua própria diversão e entretenimento de seu povo.

2 anos se passaram após o desastre de Sokovia em “Vingadores: Era de Ultron” e desde então o Hulk não voltou a sua forma humana, levando ele a esquecer quem era Thor e assim, proporcionando uma das cenas mais esperadas do filme. Diga-se de passagem, uma luta show de bola. Ah, não posso esquecer-me, o Hulk aprendeu a falar!

O grande destaque do filme, fica para Cate Blanchet interpretando a personagem Hela. A vilã é liberada de uma espécie de prisão após a morte de Odin, que foi encontrado por Thor e Loki com a ajuda do Doutor Estranho.




Após descobrir os laços sanguíneos com Hela, Thor tem seu Mjolnir destruído sem esforço algum pela Governante de Hel. Após o curto confronto com a irmã, Thor e Loki tentam voltar para Asgard mas são atacados na passagem para Bitfrost e são enviados para Sakaar, onde acontece toda a segunda parte do filme.

Já na parte final do filme, temos o confronto final entre a Deusa da Morte e seu exército morto-vivo de Draugr, além do Thor abusando dos poderes de Deus do Trovão, tudo ao som de “Immigrant Song”, do Led Zeppelin.


Uma grande produção que classifico com...




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