The Blacklist | Crítica




Eu nunca gostei muito deste gênero de séries, dessas em que tudo se resolve em um único episódio. Que tanto faz se você assiste um, dez ou cem episódios, você ainda vai ser capaz de acompanhar a história e não se sentirá perdido. Então, quando eu ouvi falar de The Blacklist não me interessei muito. Mas o fato é que eu dei uma chance para a série, e gostei muito do que vi.

Durante muito tempo o ex-agente do governo Raymond “Red” Reddigton (James Spader) foi um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Fazendo acordos obscuros com criminosos ao redor do mundo.

Misteriosamente ele se entrega e faz uma oferta explosiva: Delatará todos os delinquentes com os quais agiu e que se acredita estarem mortos, mas sua única condição é que só está disposto a trabalhar com uma nova agente do FBI, Elizabeth Keen (Megan Boone).

Isso desencadeará uma série de eventos tortuosos à medida que começa a corrida para prender terroristas. Quais são as verdadeiras intenções de Red? Por que escolheu Liz, uma mulher com a qual não tem nenhuma vinculação? Será que Liz tem seus próprios segredos? É aí que se estabelece o ponto central da série, e o motivo pelo qual eu não parei de vê-la.


The Blacklist tem bons casos semanais, porém o que nos prende na série, é que Reddigton e Lizzie têm uma história juntos. Eles têm um laço, e ela tenta descobrir de onde surgiu. Por que ele a quer preservar? Assim como ela, não tenho ideia do porquê disso e continuo empenhado, episódio após episódio, a tentar descobrir. Aliado a isso tudo, os casos semanais mantém uma conexão, pertencem à lista negra que o Reddigton se predispõe a entregar ao FBI. Que de certa forma estão envolvidos com a trama central. Em suma, eles são apresentados e resolvidos, mas nem sempre são o foco principal, o porquê de ser aquelas pessoas as escolhidas da semana chega a ser mais importante. Além disso, sempre são figuras interessantes.

Red ensinará Liz a pensar como uma criminosa e enxergar além das aparências... Quer queira, quer não.

Vale a pena assistir, é uma produção que classifico com...



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