Star Wars Episode VI: Return of the Jedi | Crítica



Em 25 de maio de 1983 chegava aos cinemas dos EUA, Star Wars: Episódio VI, o terceiro filme de uma hexalogia bilionária que arrecadou mais de 400 milhões de dólares nos cinemas.

Não foi uma tarefa fácil para George Lucas dar continuidade a... O Império Contra-Ataca, ainda que o filme abrisse muitas possibilidades bem interessante para futuras continuações. Mesmo que abaixo do Episódio V, Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi é uma conclusão que não deixa a desejar em nenhum aspecto.

A trama começa 4 anos após a vitória do Império sobre a Aliança no filme anterior, com Darth Vader e o Imperador terminando a construção de uma segunda Estrela da Morte, visando uma estação ainda mais letal do que a primeira. Enquanto isso, Luke Skywalker está cada vez mais confortável com suas habilidades Jedi, e arma um plano com seus companheiros para resgatar Han Solo do asqueroso Jabba, o Hut.

Doe todos os longas da trilogia original, O Retorno de Jedi é certamente o mais agitado. A missão para resgatar Han Solo rende uma espetacular cena de ação no poço da planta carnívora Sarlacc, temos uma perseguição em alta velocidade com speeders pela floresta, duelos de sabres de luz e mais uma corrida espacial pelas brechas da Estrela da Morte, que novamente exige o máximo dos especialistas em efeitos visuais.

O que sempre me chamou a atenção, desde a primeira vez que o assisti, é mesmo a relação de pai e filho entre Luke e Vader. Lembro de meu espanto e felicidade ao finalmente perceber quem era o Jedi que “retornava”, do título, o que rende um sentimento intimista e poderoso, como se Luke lutasse para salvar a alma de seu pai do Lado Sombrio da Força, representado pelo sinistro Imperador. É aí que a trilogia das prequels ganha mais força dentro do original, e a ordem cronológica traz sua necessidade (faz mais sentido, assistir aos episódios IV-V antes dos I-II-III e só depois o VI) ao nos oferecer um ciclo completo na jornada de Anakin Skywalker; que culmina no retorno de seu Jedi interior.


Oque não gosto no filme? São os Ewoks. Se a trilogia das prequels tem Jar Jar Binks, a original tem os “ursinhos carinhosos” da lua florestal de Endor.

Se dependesse de mim, não precisaríamos de um Episódio VII. Mas ao saber da continuação da saga, eu fiquei empolgado como qualquer fã, mas Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi da conta do recado e oferece um encerramento coeso e poético para a história de Darth Vader, impressionando pelo espetáculo, os personagens e todas as coisas únicas que só Star Wars é capaz de oferecer.

Foi maravilhoso revisitar toda a saga. Mas após assistir ao Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força, fiquei feliz com o resultado e a forma no qual J.J. Abrams nos levou de volta a esta galáxia muito, muito distante.


No próximo post irei falar sobre Stars Wars Episódio VII: O Despertar da Força, agora sem medo de spoiler, neh!

Uma grande produção que classifico com...




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